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sábado, 26 de novembro de 2011

Mistérios

Vaso de diorito do Egito Pré-Dinástico, 3.600 antes de Cristo. O diorito é um dos tipos de rochas mais resistentes encontrados na natureza. Hoje, com o aparato tecnológico de que dispomos, é possível talhar ou perfurar blocos de diorito utilizando uma broca de diamante, porém, não é possível modelar o diorito do modo como ele foi modelado na fabricação de diversos artefatos milenares.

clique na imagem para ampliar 



Vaso de diorito.



Domus de janas ou 'casa de fadas' é como são conhecidas estas câmaras escavadas em rocha encontradas em Sardenha, na Itália. Datam de 4 mil anos atrás.


clique na imagem para ampliar 











Casa de fadas.   Casa de fadas.   Casa de fadas. 

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Batucada Espetacular

Olha aí mais um disco de samba didático, cujo objetivo é mostrar o samba, não como gênero, mas como ritmo, aos gringos. Sim, porque o subtítulo do disco é em inglês: Authentic Sounds of Native Percussion and Rythms from Brazil. Tem também um texto, tentando explicar o que é o samba, na contracapa, nas versões em português e inglês. Além disso, as músicas não têm letra, não têm harmonia (violão, cavaquinho) e também não têm melodia. É só a batucada mesmo. Todas elas são de autoria de Pepê, Chamego e Loló, que não sabemos quem eram e o que faziam. Um deles, certamente, tocava cuíca. Aliás, a cuíca nesse disco é algo impressionante. Ela fala o disco todo, é a solista do disco. Fora a cuíca, também é interessante identificar as diferentes levadas de samba que as baterias de escola de samba são capazes de realizar. O disco foi gravado pela Tapecar, uma gravadora reconhecidamente comprometida com o samba e com os sambistas. Então, a batucada é de altíssima qualidade. Vale a pena escutar, é uma verdadeira aula de samba.








Face A

1- Esquentando o couro (Pepê, Chamêgo, Loló)
2- Cuica quente (Pepê, Chamêgo, Loló)
3- De leve (Pepê, Chamêgo, Loló)
4- Descendo o morro (Pepê, Chamêgo, Loló)
5- Vem chegando a escola (Pepê, Chamêgo, Loló)
6- Saindo da vila (Pepê, Chamêgo, Loló)

Face B

1- Isso é samba (Pepê, Chamêgo, Loló)
2- Apito na quadra (Pepê, Chamêgo, Loló)
3- Tamborins de respeito (Pepê, Chamêgo, Loló)
4- Sapato desamba (Pepê, Chamêgo, Loló)
5- Já esquentou (Pepê, Chamêgo, Loló)

(Download Here)




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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Filme Gospel



A História de John Hus







Defendendo a crença de que a fé vem pelo ouvir e que só a Bíblia é a Palavra de Deus, Hus a ensinou abertamente na Universidade de Praga onde alertou a todos do abuso do cristianismo de sua época. Perseguido pela hierarquia da igreja Católica Apostólica Romana, foi preso e condenado à morte na fogueira onde morreu cantando louvores.

JOHN HUS - Hus, erudito clérigo alemão, viveu cem anos antes de Martinho Lutero e da reforma protestante. Ele estava convencido da necessidade de apresentar a Bíblia na língua do povo, acreditava que salvação vem só pela fé em Jesus Cristo e que só a Bíblia é a Palavra de Deus. Hus ensinou isso abertamente na Universidade de Praga e à sua igreja, e alertava para os abusos do Cristianismo da sua geração. Em vez da missa em latim, Hus introduziu várias mudanças como o cântico de hinos pelo povo, e assim provocou a ira da hierarquia da igreja. Conheça a desafiante história de um homem corajoso, motivado pela dedicação e fé em Jesus, mesmo diante de perseguições. Acusado. Preso e condenado... um inovador, um mártir. Produção: Gateway Films - 1977 Duração: 55 min.

Até onde estamos dispostos ir defendendo nossa fé em Jesus Cristo ?

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Clementina de Jesus kilombo


Clementina de Jesus


Boa noite!

Ontem aconteceram alguns imprevistos e o programa começou com uma hora de atraso. As gravações vão demorar um pouco para sair. Semana que vem faremos um especial São João. Tentem escutá-lo ao vivo!

Comecei um trabalho de transformar vinil em cd. Posto aqui um álbum da Clementina de Jesus chamado "Clementina, cadê você?"

Natural de Valença (RJ), Clementina trabalhou muitos anos como empregada doméstica e só começou sua carreira artística aos 63 anos de idade. Foi descoberta pelo poeta Hermínio Bello de Carvalho e fez participações em discos de Milton Nascimento, João Bosco e Alceu Valença. Em 1983 foi homenageada por um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação de Paulinho da Viola, João Nogueira, Elizeth Cardoso e outros nomes do samba.
Sua voz evoca o respeito à Africa ancestral, por meio dos cânticos aprendidos que aprendeu com sua mãe, filha de escravos.
Neste disco você encontrará sambas, jongos, corimás e batucadas.
Destaque para a primeira música, 'vai saudade', do grande partideiro Candeia.
obrigado ao blog GINGA MÉDIA por essa jóia.

Baixar o álbum DOWNLOAD !

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Bantu Choral Folk Songs

Bantu Choral Folk Songs




Mais uma pedra em vinil cedida gentilmente pelo amigo rafael kaos. Um disco de 1955 com canções espirituais dos negros norte-americanos. Direção e arranjos de Peter Seeger.
Um passeio no tempo e no espaço, ouçam com o coração!


Baixar o disco DOWNLOAD
Raridade
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Capoeira Cordão de Ouro

Capoeira Cordão de Ouro



Posto aqui um vinil de Capoeira: Cordão de Ouro - Mestre Suassuna e Dirceu.
Um vinil de 1975, gravação do conhecido grupo de capoeira regional Cordão de Ouro.
Muitas músicas do disco também são muito presentes na Capoeira Angola.

Destaque para a faixa 6, um belíssimo arranjo de Iúna, um toque sagrado entre os capoeiristas.

só de lembrar que eu ja tive esse album em vinil...
MUITO BOM!!!

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Mestre Caiçara

Mestre Caiçara


Numa época em quePelourinho nao tinha o glamour de hoje,

Numa época em que Pelourinho nao tinha esse glamour de hoje,Mestre Caiçara ditava as regras em um território de prostitutas e cafetões; de traficantes e malandros. Todos tinham que pedir a sua benção. Gravou um dos principais discos de Capoeira Angola onde exemplificava os diversos toques de Berimbal,além de cantar ladainhas e sambas de roda.


Mestre Caiçara faleceu em agosto de 1997

Baixar o disco

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Eduardo e Mônica - O filme

O primeiro clip feiro até hoje dessa musica.
Gostei Muito!!
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The Roots How I Got Over

2010 How I Got Over - The Roots


How I Got Over
1. A peace of light (ft. Amber Coffman, Angel Deradoorian & Haley Dekle)

2. Walk alone (ft. Truck North, P.O.R.N. & Dice Raw)
3. Dear god 2.0 (ft. Monsters of Folk)
4. Radio daze (ft. Blu, P.O.R.N. & Dice Raw)
5. Now or never (ft. Phonte & Dice Raw)
6. How I got over (ft. Dice Raw)
7. DillaTUDE: The flight of Titus
8. The day (ft. Blu, Phonte & Patty Crash)
9. Right on (ft. Joanna Newsom & STS)
10. Doin’ it again (ft. John Legend)
11. The fire (ft. John Legend)
12. Tunnel vision
13. Web 20/20 (ft. Peedi Peedi & Truck North)
14. Hustla (ft. STS)

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terça-feira, 5 de julho de 2011

tatuagem feminina


Mulheres Tatuadas

Houve um tempo em que o único lugar onde se podia encontrar uma mulher tatuada era em Freak Show, circos ou feiras exóticas. Tatuagens eram coisas de tribos indígenas, marinheiros e motociclistas rebeldes e durões.

Nos dias atuais, tornou-se comum ver garotas com desenhos estampados pelo corpo e alguns piercings como adornos. Garotas tatuadas, de cabelos coloridos não chocam mais a pessoas que vivem neste mundo moderno. Esse estilo de vida acabou gerando uma subcultura formada por amantes da body art. Existem sites e culto a garotas mistura a doçura de uma Lolita de Nabokov com o charme e glamour das pin-ups.

No final do século XIX e durante metade do século XX, as tatuagens eram raras e pagava-se para ver pessoas tatuadas. Os circos foram os principais expoentes para os amantes da body art. Foi através deles que mulheres como Jean Furella e Betty Broadbent tornaram-se estrelas das feiras freaks.

Jean Furella como A Mulher Barbada, era uma das principais atrações no circo onde trabalhava, até que ela se apaixonou por um homem que não se sentia muito confortável com a uma mulher que tinha mais pelo nos rosto que ele. Não demorou muito para que
Furella raspasse toda a barba e tatuou todo corpo, continuando assim com a sua carreira no circo.


Jean Furella de mulher barbada para mulher tatuada

Betty Broadbent é conhecida como o freak mais belas do mundo. Foi o tatuador Jack Red Cloud que apresentou a body art para Betty que logo se apaixonou. Ela teve mais de 350 desenhos espalhados pelo corpo, muitos deles feitos por importantes tatuadores da década de 30, ela foi a principal atração New York World’s Fair em 1939. Betty afastou-se do show business em 1967 e tornou-se tatuadora profissional.


Betty Broadbent, considerada a maisbela mulher tatuada do mundo

“Foram os marinheiros ingleses, por meio do contato com os polinésios que difundiram essa prática pelo mundo. A reprodução de feras do mar, caveiras e embarcações demonstravam as aventuras desses homens que se lançavam pelo mar. Sendo os mesmos sujeitos de pouca condição financeira ou influência social, fizeram da tatuagem algo popular entre os guetos, prostíbulos e tavernas freqüentadas pela “escória”, ou seja, desocupados, lutadores de rua, criminosos e prostitutas. “* (Historia da Tatuagem)

Foi a partir da déecada de 70 que a tatuagem ganhou maior populiridade com a cultura pop que sugia na Califórnia naquela época, graças ao cinema, ao rock n’ roll e ao espírito de rebeldia daquele período.” Logo vieram os surfistas e a moda de braços decorados com imagens estilizadas no estilo oriental, como dragões e serpentes, por exemplo. “Na década de 80, foi a vez dos tigres e das águias. Desde então, a tatuagem teve um aumento tão grande de popularidade que o número de estúdios subiu de cerca de 300 para mais de 4.000 nos últimos 20 anos, nos Estados Unidos.“(Amana Rodrigues).

Hoje em dia a tatuagem permanece como um símbolo de forma de expressão individual de arte e estética do corpo. O que era considerado freak no início do século passado, tornou-se um estilo de vida.

                  
por Mônica Ash do /dialogofashion.wordpress.com
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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Blundetto

Blundetto - Bad bad things (2010)

Pedrada, gostei muito!!!!!!

se liga nessa lista .
As participações:
Shawn Lee, Tommy Guerrero, Chico Man, General Elektriks, os metais da Budos Band, Hindi Zahra e outros....
Reggae, Dub, Latino e Groove.


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Hawaii


Esta é a primeira fotografia conhecida que já se tomou de um surfista. Surf foi proibido no Hawaií por missionários em 1700 por sua "incredulidade", mas, felizmente, os nativos não pagou muita atenção a esse decreto. 1890

http://jpgmag.com/news/hawaii1.jpg
bottom border

1890

This is the first known photograph ever taken of a surfer. Surfing was banned in Hawaii by missionaries in the 1700s for its “ungodliness,” but fortunately the natives didn’t pay much heed to that decree.






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Madre Teresa de Calcutá

Foto de Madre Tereza de Calcutá
ainda muito nova (raridade)
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Hypnotic Brass Ensemble


Hypnotic Brass Ensemble

GALERA ESSE SOM É UMA RAJADA DE PONTO 50 rsrsrs...
RECOMENDADÍSSIMO

2007

A groovera foi encontrada atravez do meu mano Lennom, os caras são relamente fora do comum.fiquei realmente impressionado com o som!! Então vamos la:

O Hypnotic Brass Ensemble é formado por 8 músicos de Illinois-Chicago, do qual 7 são filhos do ex-trumpetista da Sun Ra Arkestra: Kelan Phil Cohran, o oitavo músico da HBE não tem laços de sangue porém, "é sem sombra de dúvida parte da família". São 4 trompetistas, 2 trombonistas, 1 Batera e um... Sousaphonista (Sousaphone é uma Tuba que descende do Hélicon). A criação do grupo deu-se em 1999, mas pelo visto só agora é que a coisa está se revelando pro mundo. Os integrantes são os seguintes:

Smoove (Trumpet)
June Baji (Trumpet)
Hudah (Trumpet)
Jafar Baji (Trumpet)
360 (Drums)
Elcid (Trombone)
Clef (Trombone)
L.T (Sousaphone)


informações retirada do blog (sacundinbenblog.blogspot.com)

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2004

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Rosemary Brown


Rosemary Brown, O Misterio Musical

Rosemary Brown foi uma espírita Inglesa que viveu de 1916 até 2001. Ela ficou famosa por ter contatos mediúnicos com compositores imortais da musica clássica como Chopin, Mozart, Beethoven, Bach...

Ela recebia deles psicografias de partituras de suas musicas que ficaram incompletas.
Sua fama veio nos anos 70, depois que ela participou de um documentário da BBC onde ela psicografou diante das câmeras uma partitura inédita de Liszt, a música se chamava Grübelei. Quando terminou Brown disse que a musica era difícil demais e ela não tinha conhecimentos musicais suficientes para tocar. Então um pianista profissional tocou a musica.
A musica foi analisada por Humphrey Searle, compositor britânico e grande estudioso de Liszt, que ressaltou, em seu artigo, as harmonias avançadas e a tonalidade típica das últimas composições de Liszt.

As partituras psicografadas por Rosemary Brown dividiram as pessoas. Os céticos acreditam que ela estudou musica na infância e que poderia ter tido amnésia e esquecido o fato, mas Rosemary Brown morou a vida toda na mesma casa tendo vizinhos, parentes, amigos e até seu médico como testemunha.
Do outro lado, músicos famosos vieram conhecer Brown e afirmaram que era praticamente impossível criar aquelas partituras sendo fiel ao estilo de cada musico como ela psicografou. O musico Richard Rodney Bennett afirmou que ele mesmo não conseguiria compor aquelas partituras.


Entre os espíritos com quem Brown afirmava se comunicar, também estava Sir Donald Tovey, músico, compositor e ilustre escritor, falecido em 1940. É atribuída a este espírito a autoria do texto que consta na capa do LP lançado em 1970, explicando o propósito das comunicações espirituais.
Segundo a mensagem, a finalidade dos compositores desencarnados transmitirem novas peças musicais à Terra, depois de desencarnados, não seria vaidade, nem mera intenção de proporcionar prazer a quem venha a escutar as músicas. A finalidade maior seria servir como uma demonstração a mais da imortalidade da alma, alertando os homens para a existência da vida espiritual, e demonstrando que eles não são meros corpos carnais fadados à velhice e à morte, e sim almas imortais abrigadas em corpos mortais, dotados de uma mente que independente do corpo físico.


" Particularmente eu não acredito "


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domingo, 15 de maio de 2011

A era dos festivais



cover 145155 600 [Música] A Era dos Festivais   Zuza Homem de Mello

Realizado em 1960, o 1.Festival da Record assinalou o início de um dos períodos mais criativos da Música Popular Brasileira e que seria conhecido na crônica musical como “A era dos festivais”. Foi nessa época em que a bossa nova convivia com o samba e o iê-iê-iê, a Tropicália se afirmava ao lado da canção de protesto, que surgiram os talentos de Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, os Mutantes e dezenas de outros cantores e compositores. Neste livro, Zuza Homem de Mello, testemunha ocular do que se passava nos palcos, bastidores e coxias, narra a história desses anos incríveis em que não apenas a música, mas toda a cultura brasileira passava por transformações.

A Era dos Festivais – Zuza Homem de Mello

Tamanho: 2.1mb | Formato: pdf

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Charles Baudelaire

[Teoria Musical] Teoria da Música – Bohumil Med



sobreamodernidadesh2 [História da Arte] Charles Baudelaire   Sobre a Modernidade

Autor dos conhecidos poemas “As flores do mal”, Charles Baudelaire foi também o maior crítico de arte de seu tempo. Perseguido pela obsessão de formar uma consciência estética, Baudelaire tem idéia clara sobre a função crítica. Ela não deve ser fria e algébrica, nem desprovida de amor e ódio. Tampouco deve exprimir a condescendência dos floreios e gentilezas. A crítica justa – única possível – é parcial, apaixonada e política. O universo é subjetivo e é subjetivamente que Baudelaire recusa ou elogia um artista. Sabe mostrar-se irritado e apaixonado e joga-se por inteiro nos seus artigos sobre as artes. É principalmente por ter sido um precursor da estética moderna que Baudelaire aparece como marco obrigatório de referência a todos os que pensam a modernidade hoje.

Charles Baudelaire – Sobre a Modernidade

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eric Gale and friends-Negril

RARIDADE...MUITO BOM!!!
UMA MISTURA DE jAZZ,SOUL E REGGAE

Eric Gale - guitar (1938 - 1994)
Gale, whose parents were from Barbados, was an established jazz and rhythm and blues musician who worked with Grover Washington Jr, Roberta Flack and Aretha Franklin. In the late 1960s, he was one of several top-notch American musicians brought to Jamaica by singer Johnny Nash to record with Nash, The Wailers and Byron Lee.
For Negril, Gale used some of Jamaica's best session men, including saxophonist Cedric Brooks, Wailers bass player Aston 'Family Man' Barrett, pianist Keith Sterling, organist Leslie Butler and percussionist Uzziah 'Sticky' Thompson.Richard Tee, the respected American pianist, worked on one track, while Peter Tosh played rhythm guitar on I Shot the Sheriff.
Johnston remembers Gale making frequent trips to Negril to soak up the town's rustic vibe.
"It was the days of candlelight, battery radios and thatch roof houses," said laughing. "Musicians loved going there."
Gale cut eight songs for Negril. The title track, East Side West Side, Rasta andNegril Sea Sunset gained respectable airplay from Radio Jamaica and the Jamaica Broadcasting Corporation.


and wiki says:
Negril is an instrumental album originally released in 1975 from a session produced,
arranged and mostly composed by Eric Gale, and including some of Jamaica's best-known musicians.
It bears the name of an impoverished Jamaican seaside village which, in 1975,
was yet to become a popular tourist destination and had unsophisticated accommodations,
but a splendid beach and natural beauty
which inspired Gale to memorialize it.
Negril was recorded at the Harry J Studio in Kingston, Jamaica. It was originally released
in Jamaica by Micron Music Ltd. and in England by Klik Records (KLP9005).
In 2003 it was issued as a CD by Roving Spirits (Japan).
The CD is now out of print and, because it is not available for legal digital download,
sellers demand high prices for used copies.
Download links to apparently illegal digital copies of Negril are found at various web sites.



Eric Gale - lead guitar, producer,arranger
Aston Barrett - bass guitar
Leslie Butler - organ, synthesizer
Cedric Brooks - saxophone, percussion
Paul Douglas - drums
Val Douglas - bass guitar
Joe Higgs - percussion
Sparrow Martin - drums
Keith Sterling - piano
Richard Tee - piano
Uziah Thompson - percussion
Peter Tosh - rhythm guitar, lead guitar
Michael Johnston - executive producer
Sylvan Morris - recording engineer
Buddy Davidson - mixing engineer
Trevor Campbell - art and cover design
Recorded at Harry J. Studio, Kingston
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sábado, 23 de abril de 2011

Deodato - Skyscrapers - 1973

Deodato - Skyscrapers - 1973



Nascido no Rio de Janeiro em 22/06/1943, começou a aprender piano muito cedo, e já na metade dos anos 50 tocava em festas e bailes cariocas. Mais para o fim da década se juntou ao pessoal da Bossa Nova, em 1959 atuando como músico de apoio em shows ao lado de Roberto Menescal e Durval Ferreira. Como tinha uma enorme facilidade em escrever e ler música, além de ser um virtuose das teclas, no começo dos anos 60 se destaca como arranjador, sendo requisitado para trabalhar com muitos artistas. O ano de 1964 foi muito produtivo e especial para Eumir; Lançou seu primeiro disco solo, e como se não bastasse, vieram vários outros discos próprios no mesmo ano, algo realmente incrível. São eles: “Impulso”, “Inútil Paisagem”, “Samba Nova Concepção”, “Idéias”, “Tremendão” e “Lounge”.

O fato de ter se mudado para os Estados Unidos muito cedo, fez com que Deodato se tornasse pouco conhecido no Brasil, por outro lado ficou muito conhecido no exterior. Me lembro perfeitamente de perguntar sobre Tom Jobim em algumas lojas de discos nos EUA e o atendente desconhecer o artista, logo em seguida, perguntando sobre Deodato lá estava o atendente com toda coleção na mão; Ah, Deodato tenho muita coisa aqui...

Foi então em 1967, incentivado por Menescal e Luis Bonfá, que Eumir partiu para os Estados Unidos sem data para voltar, todos acreditavam que ele se daria bem lá em virtude de seu grande talento como pianista e arranjador.
E não deu outra, no final dos anos 60, consagrou-se como arranjador de muitos trabalhos de artistas já estabelecidos, tais como Tom Jobim, Frank Sinatra, Astrud Gilberto, Aretha Franklin, Tony Bennett, Walter Wanderlei, entre outros, inclusive o próprio Luis Bonfá que acolheu Deodato em sua casa logo que este se mudou.
Foram então quase 7 anos sem lançar disco próprio, apenas trabalhando em discos de tudo que é artista. Porém o sucesso como compositor estaria por chegar a Eumir.
Em 1972, afim de concretizar de vez sua carreira solo, Deodato lança o disco “Prelude”, e foi a partir daí que ele se tornou também um compositor conceituado. A primeira faixa é uma adaptação para a música de Richard Strauss, “Also Sprach Zarathustra”, que acabou sendo usada de trilha para o famoso filme de Stanley Kubrick, 2001-Uma Odisséia no Espaço.

Assim como acontece com quase todos os compositores que ficam em atividade por muitas décadas, e com Eumir não foi diferente, nos anos 70 com o crescimento da música negra primeiramente nos EUA e depois chegando ao cenário mundial, ele acabou se adaptando, e dedicou esta década a lançar discos de Funk. Se você for analisar os discos do maestro soberano Antonio Carlos Jobim, que muito trabalhou com Eumir na Bossa Nova e no Jazz, verá que ele não tomou o mesmo caminho, mas isso deixamos para discutir outra hora...
A década de 70 presenciou então excelentes discos de Deodato; “Deodato 2”, “Skyscrapers”, “Whirlwinds”, “First Cuckoo”, “Very Together”, “Love Island” e “Knights of Fantasy”, sem falar nos clássicos “Night Cruiser” e “Happy hour”, já no começo dos anos 80. A partir daí vocês já sabem né ?

Pois é meus amigos, Eumir Deodato é um verdadeiro Cavalo musical, o cara fez de tudo na vida, foi jurado do Festival internacional da canção no final dos anos 60, foi contratado pela CTI nos anos 70, trabalhou em diversas trilhas dos filmes de Hollywood, dedicou-se muito a conduzir orquestras, fazendo arranjos e composições, em 73 apareceu definitivamente como artista solo apresentando-se no Hollywood Bowl com a “CTI All Stars Band” formando depois
sua banda e tocando também no Madison Square Garden em NY.
No final dos anos 70, com a febre da “DISCO MUSIC” tomando conta do mundo, Eumir foi chamado para produzir uma banda americana chamada “Kool and the Gang”, uma experiência realmente muito importante em sua carreira, afinal foram 3 ou 4 discos de muita vendagem, culminando com o sucesso estrondoso de “Celebration” em 1980, que atingiu alto nível de vendagem. Outras músicas que ficaram muito conhecidas também foram “Ladies Night” e “Get Down on it”, todas com Deodato também nos teclados, e ele ainda acabou sendo solicitado para produzir também bandas do mesmo naipe na época como a “Earth, Wind & Fire”.
Nota-se claramente a influência da “Disco” em Deodato em seu disco “Happy Hour” de 1982.
E para quem quiser ver ele atuando como tecladista, basta ver o clipe de “Celebration”, é muito engraçado, tem 15 negros no palco e um branco, lá atrás, escondido atrás do teclado.....é ele.

O disco que estou postando, é o “Skyscrapers” de 1973 (quase), que na minha desprezível opinião é o melhor disco juntamente com o “Night Cruiser” de 1980, além do “Donato/Deodato”, em parceria com João Donato, que dispensa comentários.
Trata-se de um disco com uma influência mais Latina, onde predomina sempre uma base de piano. A melodia se dá com o órgão solando quase sempre monofonicamente, ou com algum instrumento de sopro. A percussão e as congas são bem destacadas além do baixo, da guitarra e da bateria tocando na elegância sem incomodar ninguém.
A maioria das composições são de Eumir. Tem dois temas dos irmãos Valle, um tema de Pacifico Mascarenhas, e a famosa “Atire a primeira pedra” (The First Stone) do velho Ataulfo Alves e Mário Lago, canção para a qual eu dou destaque nesse disco juntamente com a faixa 2 “Rudy’s” do próprio Eumir. Vale lembrar que Deodato veio até o Brasil para gravá-lo e aqui ele saiu inteiro em português como “Eumir Deodato e Os Catedráticos 73”, banda que o acompanhara por alguns anos.
O time montado para a gravação do álbum foi:
Deodato – Piano e Órgão
Ivan Conti “Mamão” – Bateria
Sergio Barroso – Baixo
Durval Ferreira – Guitarra
Zé Menezes – Guitarra
Bebeto – Congas
Helcio Milito – Percussão
Orlandivo – Percussão
Marvin Stamm – Trompete
John Frosk – Trompete
Wayne Andre – Trombone
Phil Bodner – Sax Tenor e Flauta
Romeu Penque – Flauta


DOWNLOAD- midiafire


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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Night Walks

Night Walks (2010) – Hidden Orchestra


1.Antiphon
2.Footsteps
3.Dust
4.Tired And Awake
5.The Windfall
6.Out Of Nowhere
7.Wandering
8.Stammer
9.Strange
10.Undergrowth

Para quem curte um som bem viajado, taí a Hidden Orchestra. À primeira vista, me lembra um pouco de Tortoise, Fóssil. É uma misturera de música clássica, jazz, rock, hip hop, música eletrônica; é aquele tipo de som que contém muita informação, de ouvir com calma. São duas bateras, violino, baixo, sintetizadores e as vezes aparece umas flautas também. Os ouvidos, novamente, agradecem!


Download: Clique Aqui





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terça-feira, 12 de abril de 2011

Cabruêra - Visagem (2010)

Cabruêra - Visagem (2010)



"Formado na Paraíba em 1998, e cuja principal característica é misturar influências do cancioneiro popular nordestino com diversas tendências musicais. O grupo está a 11 anos na estrada tocando para platéias dos mais diferentes idiomas, com passagens por importantes festivais no Brasil e na Europa."


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sexta-feira, 25 de março de 2011

James Corbett

A arte da escultura em peças de carro

A impressionante arte da escultura com peças de carros de James Corbett tem sido avaliada em milhões de euros. Suas obras são feitas a partir de radiadores, velas, escapamentos e outras peças automotivas.

Descoberta da veia artística
A habilidade artística de Corbett foi descoberta por acaso. O artista trabalhava em um estaleiro de demolição quando um amigo lhe mostrou um troféu feito de sucata, que havia ganhado em um corrida de carros. Corbett olhou a peça e pensou que poderia fazer melhor. E assim iniciou sua carreira.


O processo criativo

O trabalho artístico de James Corbett começa pela procura das partes certas para a escultura que pretende criar. Depois de encontrada, cada peça é cuidadosamente limpa e só então é soldada, dando vida ao amontoado de “lixo”.

Um detalhe que chama a atenção nas esculturas de Corbett é que as peças utilizadas pelo artista não são alteradas. A integridade original de cada delas é mantida, algumas têm mais de oitenta anos.





O reconhecimento

A primeira obra criada por James Corbett foi um carrinho off-road, esporte que artista praticou. Foi um sucesso entre os amigos e clientes, o que estimulou o escultor. Daí para frente surgiram outros carros, motos, cachorros, pássaros e outros animais. Era a conta de fazer e vender.

Atualmente pode-se encontrar obras do escultor em vários países, como Austrália, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Nova Zelândia e Suíça.

Entre os vários convites recebidos pelo artista, pode-se destacar as obras feitas para o "Brisbane International Motor Show"; o troféu "da concessão do Século", realizado pelo "Unique Cars", concedido ao Modelo T da Ford, que hoje se encontra na sede da empresa, em Melbourne; e, vários obras para anúncios da Toyota Peças e Serviços.




Carros e motos criados por James Corbett


https://lh3.googleusercontent.com/-3EldYMndBVI/TX7L_5uZPxI/AAAAAAAAKqQ/h8W_ttAzbTQ/s1600/05_james+corbett_cyclecar_escultura+metal.jpg


https://lh6.googleusercontent.com/-anQG9_1CiHo/TX7MGa9We8I/AAAAAAAAKqs/DOvwyuu86Q0/s1600/09_james+corbett_moto+brooklands_escultura+metal.jpg


https://lh4.googleusercontent.com/-pxK21fVlpNI/TX7MEpzHhxI/AAAAAAAAKqc/FJBd6TiG4IM/s1600/07_james+corbett_fiat+monster_escultura+metal.jpg


https://lh3.googleusercontent.com/-8JN9vryze30/TX7LogJ2w3I/AAAAAAAAKqA/pLvuj2T3Iog/s1600/03_james+corbett_auto_escultura+metal.jpg

Os animais produzidos pelo artista



https://lh6.googleusercontent.com/-fLmKkyHwXvA/TX7MCHmrncI/AAAAAAAAKqY/UqPCqIP1QjI/s1600/12_james+corbett_cao_escultura+metal.jpg


https://lh6.googleusercontent.com/-J-VbxWV_mp0/TX7SQJ7LE5I/AAAAAAAAKro/98PGpxEBQg8/s1600/14_james+corbett_cao_fox+terrier_escultura+metal.jpg


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