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quarta-feira, 25 de março de 2009

Reggae

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DR. ALIMANTADO



No passado ,pouco a pouco Dr. Alimantado,com o passar dos anos construiu um culto forte que segue até hoje, entre admiradores negros e brancos do reggae. Suas gravações produzidas, são procuradas agora incessantemente, após os artigos dos colecionadores que mudam frequentemente de mãos para dez, a quinze libras cada. Há um frescor e uma vitalidade nestas gravaçoes, que poucos artistas coseguiram capturar no acetato. A ´´Best Dressed Chicken in Town´´ é uma compilação da música de Dr. Almantado deste período do renascimento de 1973-76. Inclui sua primeira tentativa excelente na produção de discos, o fenomenal e urgente “'Just The Other Day'”, seus comentários na entrega na Jamaica de um carregamento de farinha contaminada, “Poison flour”,que matou muita gente, uma prece para a proteção dos pistoleiros do ghetto “'Gimme Mi Gun'”, e naturalmente a trilha do título, de excursão néo-psicodélica de Alimantado,na força de“'Best Dressed Chicken' in Town”, certamente um dos registros mais originais e imaginativos de todos os tempos para ter feito sucesso fora da Jamaica.
Apesar do fato que as técnicas cruas da produção farão provávelmente aquelas com um sentido mais refinado,não pode haver nenhum negação a apelação e o excitamento da música de Doctor. Alimantado nasceu Winston James Thompson, em Kingston em 1952. Cresceu ao redor do ghetto do lado ocidental, em uma área notória por sua pobreza e violência da cidade. Em sua juventude, onde depois Winston se tornou interessado na fé de Rastafari, deixou crescer os dreads e e fugiu de casa, longe do lar, mas foi recapturado logo por seus pais que não perderam nenhum tempo em aparar seu dread. Ao sair da escola e dividido entre trabalhos logo percebeu que a música era uma boa saída do fim inoperante da vida em Kingston. O talento de Winston estava em deejaying (a arte de falar,toasting, sobre um ritmo) e ele escutou e aprendeu do mestre e do originador da arte, o grande U- Roy.



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Dub Inc Live - 2006

Album nota 10 !!

esse vai para o mano Bem Hur

01-My Freestyle

02-Monnaie

03-A Imma

04-Survie
05-Chaînes
06-Décor
07-Galérer
08-L'échiquier
09-Life
10-La corde raide
11-Murderer
12-Rude boy
13-Bla bla

clique aqui para BAIXAR


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NOVIDADE

[rappa.jpg]
01- Meu Santo Tá Cansado
02- Verdade de Feirante
03- Hóstia
04- Meu Mundo é o Bar
05- Farpa Cortante
06- Em Busca do Porrão
07- 7 Vezes
08- Monstro Invisível
09- Maria
10- Súplica Cearense
11- Ininho da Vida
12- Documento
13- Respeito pela Mais Bela
14- Vários Holofotes

para baixa CLIQUE AQUI
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video

Trio Mocotó - Xamêgo de Iná - Solo de cuíca de Fritz Escovão



O Trio Mocotó "nasceu" em 1968 na Boate Jogral, onde Fritz "Escovão", João "Parahyba" e Nereu "Gargalo" trabalhavam. Na época, a boate paulistana era o grande ponto de encontro da música brasileira e os três contratados da casa acompanhavam diariamente nomes como Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Cartola, Paulo Vanzolini, Manezinho da Flauta, além das históricas "canjas" com artistas brasileiros e outros ilustres visitantes como Duke Ellington, Oscar Peterson, Earl Hines.
Nesse vídeo o grande percussionista Fritz "Escovão" dá uma aula de cuíca. Não sei exatamente em que ano se dá essa apresentação mas já se pode notar a grande fusão de ritmos e estilos, que marca a música contemporânea.

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arte

A mascara.

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quem sabe sabe!





PINTOU O BRUCE LEE COM AS MÂOS


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terça-feira, 24 de março de 2009

Malleus Maleficarum

Malleus Maleficarum - O Martelo das Feiticeiras - Os Instrumentos de Tortura da “Santa” Inquisição

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caramba stou muito feliz em encontrar esse livro, e poder dividir isso!!
Fiz uma postagem um tempo atraz sobre a Inquisição,e nela
falei sobre esse livro, fiquem a vontade, download disponivel!
dedico essa postagem a minha amiga NATHALIE.


O Malleus Maleficarum (traduzido para português como Martelo das Feiticeiras ou Martelo das Bruxas) é um livro escrito em 1484 e publicado em 1486 (ou 1487), por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, que se tornou uma espécie de “manual contra a bruxaria”. O livro foi amplamente utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinqüenta anos, até o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las.


"Download"


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LIVRO

Dave Pelzer - Uma Criança Chamada Coisa

Uma Criança Chamada Coisa

Este livro conta o relato inesquecível de um dos casos mais cruéis de abuso contra a criança na Califórnia. Esta é a história de Dave Pelzer, que foi espancado brutalmente e submetido à fome por sua mãe emocionalmente instável e alcoólatra: uma mãe que brincava de torturar e praticava jogos imprevisíveis - jogos que quase o mataram.
Em cada conflito você se encontrará sofrendo com ele, confortando sua solidão e torcendo para que ele sobreviva. Esta história constrangedora irá despertá-lo para a verdade sobre o abuso contra a criança - e a capacidade que todos temos de fazer diferença.

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POESIAS

Carlos Drumond de Andrade

Carlos Drumond de Andrade

Faça o Download AQUI

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bate bola

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Clóvis, ou "bate-bola", é o nome de uma fantasia carnavalesca característica dos subúrbios cariocas, principalmente os das Zonas Norte e Oeste.

Supõe-se que o nome tenha derivado de "clown" (palhaço).

Nos primórdios, a fantasia de clóvis se assemelhava muito com a roupa dos palhaços(sinistros), mas usavam máscaras aterrorizantes. Batendo suas bexigas de boi, bastante fedorentas, batiam não só no chão, mais em todos q viam pela frente os bate-bolas eram o terror da criançada.

Com o tempo, a indumentária foi incorporando novas características e, atualmente, os grupos de clóvis podem ser classificadas em diversos tipos de acessórios, tais como "bola e sombrinha", "leque e sombrinha", "bicho e leque" entre outros.

Bate Bola na decada de 80


Meu bate-bola começou simples, mas existia toda uma moda de bate-bolas com vários adereços. Eu ficava encantando com os que via nas noites de carnaval, usado por pessoas mais adultas, os bate-bolas tinham capa que encobria o corpo todo feito de paites dos pés a cabeça, tinha um babado grande em torno da cabeça, ou leques com luzes que piscavam, sombrinha tipo as de frevo, só que muito mais exóticas, com plumas, além dos adereços assustadores que era a famosa bola de socar no chão, que fazia um estrondo, o martelo de socar na cabeça dos outro que também tinha um apito bem incomodo. Tudo feito pra provocar espanto e encantamento total.

Bate Bolas


A gente confeccionava em casa um apito feito com pedaços de borracha de mangueira de lavar carro e plástico. Que quando assoprado, fazia um som esganiçado, alto, que apavorava ainda mais as crianças. Alias, nessa época, os assassinos do bairro, também costumavam usar essas fantasias, pra saírem as ruas e matar seus inimigos. Nisso não só as crianças tinham medo,mais os adultos também.


tive o meu 1° com 12 anos idade, troquei minha bike escondido da minha Mãe,

por um Clóvis da turma do gasparzinho.

quando cheguei em casa com o clovis e fale

i a verdade pra ela...

entrei na porrada !!! rsrs

(Boléro) capa usada pelos clóvis com diversos temas

nelas os desenhos eram formados por bordados d paetê

unhas coloridas e glíter


daí surgia as turmas

acostumavamos a trançar as bechigas com corda d varal!! rsrs

alguns deixavam as bexigas de boi de molho na água com sal grosso.

quem levasse uma bolada dessa sentia arder,arder e arder

rsrs...

Bate Bolas

fantasia carnavalesca característica dos subúrbios cariocas,

principalmente os das Zonas Norte e Oeste.

Infelizmente hoje ja quaze não existe mais!
hoje em certos bairros do Rio (quase todos)

é probido usar bate bolas com mascaras,
poiso indice de viôlencia chegou a um ponto,

que fez de uma fantasia a verdadeira face do terror! rsrs...




Mais o carnaval nunca perdeu seu encanto
(unico)


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segunda-feira, 23 de março de 2009

Resposta!!!







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sábado, 21 de março de 2009

video raro!

Video Augustus Pablo & Hugh Mundell (In The Hills-Nature Provide+Interview - 1978)


Um raro registro ! pureza total, Assista ao video ou
clique aqui para baixar no formato MP4. Jah guia e protege.




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quarta-feira, 18 de março de 2009

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quarta-feira, 4 de março de 2009

HIP HOP RAIZ!!

Boogie Down Productions


BDP - By all means necessary

1. My Philosophy
2. Ya Slippin'
3. Stop The Violence
4. Illegal Business
5. Nervous
6. I'm Still #1
7. Part Time Suckers
8. Jimmy
9. T' Cha-T' Cha
10. Necessary

Para baixar clique AQUI

Esse é o disco que pra muitos marca a mudança do KRS-One de aluno pra professor. Vi um cara dizer uma vez que poucas vezes um disco do KRS estava a altura do ego dele, pois esse é um deles, o cara conseguiu fazer um clássico depois da morte do Scott La Rock que também era do Booggie Down, sem falar que esse aí tem o hino "Stop The Violence". Disco obrigatório pra quem continua cultivando as raízes do hip hop. A capa é uma baseada em uma foto polêmica de Malcolm X que coloquei aí embaixo, o nome do disco num discurso de Malcom sobre liberar a mente do povo por qualquer meio necessário. Quem entende inglês se liga na última faixa do disco que diz tudo!





Frase do Post: "O tempo de eu e você permitirmos que sejamos brutalizados sem sermos violentos acabou. Seja não-violento só com aqueles que são não -violentos contigo. E quando você me trouxer um racista não-violento, me traga também um segregacionista não-violento. Mas não me ensine a ser não-violento até ensinar os seus a serem não violentos." - Malcolm X

"The time for you and me to allow ourselves to be brutalized nonviolently has passed. Be nonviolent only with those who are nonviolent to you. And when you can bring me a nonviolent racist, bring me a nonviolent segregationist, then I'll get nonviolent. But don't teach me to be nonviolent until you teach some of those crackers to be nonviolent." Related Posts with Thumbnails

terça-feira, 3 de março de 2009

bagulho doido rsrsrs....

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segunda-feira, 2 de março de 2009

CARNAVAL

Quem foi que inventou o carnaval?




A mistura da tradição européia com os ritmos musicais dos africanos criou no Brasil um dos maiores espetáculos populares do mundo. O carnaval nasceu no Egito, passou pela Grécia e por Roma, foi adaptado pela Igreja Católica e desembarcou aqui no séc. XVII, trazido pelos portugueses.

O carnaval é a fusão da tradição européia com a batucada africana. Em nenhum outro lugar, ele adquiriu a dimensão que alcançou em nosso país. Durante quatro dias, a festa rola em todo país e os foliões se entregam ao espetáculo que seduz, deslumbra os estrangeiros e desfila as beldades femininas e masculinas. Essa folia toda vem do inconsciente dos povos, desde os rituais da fertilidade e as festas pagãs nas colheitas. Podemos encontrar estas festas às celebrações antigas que se faziam à deusa Ísis e o touro Ápis, no Egito, e à deusa Herta, dos teutônicos, passando pelos rituais Dionísiacos gregos e pelos Bacanais, Saturnais e Lupercais, nas suntuosas orgias dos povos romanos.

Igreja e Carnaval

No século VI, a Igreja Católica adotou essas festas libertárias que invertiam a ordem do cotidiano, para domesticá-las. Juntou todas na véspera da Quaresma, como uma compensação para a abstinência que antecede a Páscoa. O Carnaval, então, se espalhou no mundo, no Brasil chegou no século XVII.

Procurando assumir o controle dessas festas, a Igreja Católica buscou abolir a permissividade dos carnavais. Na Idade Média Tertuliano, são Cipriniano, são Clemente de Alexandria e o papa Inocêncio II foram grandes inimigos do carnaval mas, no séc. XV, o papa Paulo II foi tolerante e chegou a autorizar o corridas de cavalos, carros alegóricos, batalhas de confetes, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares, dando-lhe um sentido litúrgico religioso.
Carnaval no mundo


Da onde veio a palavra carnaval?

Não se sabe ao certo qual a origem da palavra carnaval. Para alguns etimólogos essa palavra se aplicava à Terça-feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne. Outros apontam sua origem da palavra latina carnelevamen, que significa "adeus carne". Essa palavra pode ser interpretada também como carnis levamen, "prazer da carne", que marcam os momentos prazerosos que antecedem o período da quaresma, que é um período de abstinência. A explicação sobre a origem do carnaval tem controvérsias, mas tem sido atribuída às festas da antigüidade clássica e Idade Média.

Cores e Formas do Carnaval Carioca 4

frevo, afoxés, trios elétricos e escolas de samba, nenhum país do mundo acolheu o carnaval assim...

Curiosidades sobre o carnaval

- Os confetes chegaram ao Brasil em 1892, jogados em batalhas entre os cordões.

- As serpentinas substituíram as flores atiradas aos carros alegóricos.
- As fantasias são usadas no Brasil desde o século XIX.
- O primeiro desfile aconteceu em 1937, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
- O lança-perfume, foi trazido da França a partir de 1906 e proibido em 1960, porque a substância era aspirada como uma droga
- Os primeiros blocos foram licenciados pela polícia em 1889, no Rio.

- O Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933, como símbolo do Carnaval.
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curiosidades

Qual é a diferença entre febre aftosa e doença da vaca louca?


Exceto pelo fato de atacarem o gado bovino, a febre aftosa e a doença da vaca louca são totalmente distintas. A doença da vaca louca é de origem orgânica: ela se desenvolve a partir de uma proteína animal conhecida como prion, que interage com o DNA do animal doente, causando uma série de distúrbios no sistema nervoso, como perda de equilíbrio e fúria. Tal doença começou a ocorrer entre vacas inglesas em 1986, após terem ingerido rações feitas a partir de carcaças de carneiros que traziam esta proteína em forma modificada. Já a febre aftosa é uma doença viral, transmitida por contato físico entre animais e objetos contaminados. Ela não ataca apenas o gado bovino, mas também porcos, cervos, ovelhas, cabras e outros animais. Neste caso, o vírus provoca bolhas nas mucosas bucais e nasais, na pele e nas unhas dos animais. Com muita dor, eles passam a ficar deitados por muito tempo e se enfraquecem, pois deixam de se alimentar e de se hidratar adequadamente. A febre aftosa ocorre em diversos países do mundo, ao passo que a doença da vaca louca, é praticamente exclusiva de alguns países da Europa.

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domingo, 1 de março de 2009

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