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terça-feira, 5 de julho de 2011

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Blundetto

Blundetto - Bad bad things (2010)

Pedrada, gostei muito!!!!!!

se liga nessa lista .
As participações:
Shawn Lee, Tommy Guerrero, Chico Man, General Elektriks, os metais da Budos Band, Hindi Zahra e outros....
Reggae, Dub, Latino e Groove.


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Hawaii


Esta é a primeira fotografia conhecida que já se tomou de um surfista. Surf foi proibido no Hawaií por missionários em 1700 por sua "incredulidade", mas, felizmente, os nativos não pagou muita atenção a esse decreto. 1890

http://jpgmag.com/news/hawaii1.jpg
bottom border

1890

This is the first known photograph ever taken of a surfer. Surfing was banned in Hawaii by missionaries in the 1700s for its “ungodliness,” but fortunately the natives didn’t pay much heed to that decree.






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Madre Teresa de Calcutá

Foto de Madre Tereza de Calcutá
ainda muito nova (raridade)
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Hypnotic Brass Ensemble


Hypnotic Brass Ensemble

GALERA ESSE SOM É UMA RAJADA DE PONTO 50 rsrsrs...
RECOMENDADÍSSIMO

2007

A groovera foi encontrada atravez do meu mano Lennom, os caras são relamente fora do comum.fiquei realmente impressionado com o som!! Então vamos la:

O Hypnotic Brass Ensemble é formado por 8 músicos de Illinois-Chicago, do qual 7 são filhos do ex-trumpetista da Sun Ra Arkestra: Kelan Phil Cohran, o oitavo músico da HBE não tem laços de sangue porém, "é sem sombra de dúvida parte da família". São 4 trompetistas, 2 trombonistas, 1 Batera e um... Sousaphonista (Sousaphone é uma Tuba que descende do Hélicon). A criação do grupo deu-se em 1999, mas pelo visto só agora é que a coisa está se revelando pro mundo. Os integrantes são os seguintes:

Smoove (Trumpet)
June Baji (Trumpet)
Hudah (Trumpet)
Jafar Baji (Trumpet)
360 (Drums)
Elcid (Trombone)
Clef (Trombone)
L.T (Sousaphone)


informações retirada do blog (sacundinbenblog.blogspot.com)

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2004

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Rosemary Brown


Rosemary Brown, O Misterio Musical

Rosemary Brown foi uma espírita Inglesa que viveu de 1916 até 2001. Ela ficou famosa por ter contatos mediúnicos com compositores imortais da musica clássica como Chopin, Mozart, Beethoven, Bach...

Ela recebia deles psicografias de partituras de suas musicas que ficaram incompletas.
Sua fama veio nos anos 70, depois que ela participou de um documentário da BBC onde ela psicografou diante das câmeras uma partitura inédita de Liszt, a música se chamava Grübelei. Quando terminou Brown disse que a musica era difícil demais e ela não tinha conhecimentos musicais suficientes para tocar. Então um pianista profissional tocou a musica.
A musica foi analisada por Humphrey Searle, compositor britânico e grande estudioso de Liszt, que ressaltou, em seu artigo, as harmonias avançadas e a tonalidade típica das últimas composições de Liszt.

As partituras psicografadas por Rosemary Brown dividiram as pessoas. Os céticos acreditam que ela estudou musica na infância e que poderia ter tido amnésia e esquecido o fato, mas Rosemary Brown morou a vida toda na mesma casa tendo vizinhos, parentes, amigos e até seu médico como testemunha.
Do outro lado, músicos famosos vieram conhecer Brown e afirmaram que era praticamente impossível criar aquelas partituras sendo fiel ao estilo de cada musico como ela psicografou. O musico Richard Rodney Bennett afirmou que ele mesmo não conseguiria compor aquelas partituras.


Entre os espíritos com quem Brown afirmava se comunicar, também estava Sir Donald Tovey, músico, compositor e ilustre escritor, falecido em 1940. É atribuída a este espírito a autoria do texto que consta na capa do LP lançado em 1970, explicando o propósito das comunicações espirituais.
Segundo a mensagem, a finalidade dos compositores desencarnados transmitirem novas peças musicais à Terra, depois de desencarnados, não seria vaidade, nem mera intenção de proporcionar prazer a quem venha a escutar as músicas. A finalidade maior seria servir como uma demonstração a mais da imortalidade da alma, alertando os homens para a existência da vida espiritual, e demonstrando que eles não são meros corpos carnais fadados à velhice e à morte, e sim almas imortais abrigadas em corpos mortais, dotados de uma mente que independente do corpo físico.


" Particularmente eu não acredito "


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domingo, 15 de maio de 2011

A era dos festivais



cover 145155 600 [Música] A Era dos Festivais   Zuza Homem de Mello

Realizado em 1960, o 1.Festival da Record assinalou o início de um dos períodos mais criativos da Música Popular Brasileira e que seria conhecido na crônica musical como “A era dos festivais”. Foi nessa época em que a bossa nova convivia com o samba e o iê-iê-iê, a Tropicália se afirmava ao lado da canção de protesto, que surgiram os talentos de Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, os Mutantes e dezenas de outros cantores e compositores. Neste livro, Zuza Homem de Mello, testemunha ocular do que se passava nos palcos, bastidores e coxias, narra a história desses anos incríveis em que não apenas a música, mas toda a cultura brasileira passava por transformações.

A Era dos Festivais – Zuza Homem de Mello

Tamanho: 2.1mb | Formato: pdf

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Charles Baudelaire

[Teoria Musical] Teoria da Música – Bohumil Med



sobreamodernidadesh2 [História da Arte] Charles Baudelaire   Sobre a Modernidade

Autor dos conhecidos poemas “As flores do mal”, Charles Baudelaire foi também o maior crítico de arte de seu tempo. Perseguido pela obsessão de formar uma consciência estética, Baudelaire tem idéia clara sobre a função crítica. Ela não deve ser fria e algébrica, nem desprovida de amor e ódio. Tampouco deve exprimir a condescendência dos floreios e gentilezas. A crítica justa – única possível – é parcial, apaixonada e política. O universo é subjetivo e é subjetivamente que Baudelaire recusa ou elogia um artista. Sabe mostrar-se irritado e apaixonado e joga-se por inteiro nos seus artigos sobre as artes. É principalmente por ter sido um precursor da estética moderna que Baudelaire aparece como marco obrigatório de referência a todos os que pensam a modernidade hoje.

Charles Baudelaire – Sobre a Modernidade

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eric Gale and friends-Negril

RARIDADE...MUITO BOM!!!
UMA MISTURA DE jAZZ,SOUL E REGGAE

Eric Gale - guitar (1938 - 1994)
Gale, whose parents were from Barbados, was an established jazz and rhythm and blues musician who worked with Grover Washington Jr, Roberta Flack and Aretha Franklin. In the late 1960s, he was one of several top-notch American musicians brought to Jamaica by singer Johnny Nash to record with Nash, The Wailers and Byron Lee.
For Negril, Gale used some of Jamaica's best session men, including saxophonist Cedric Brooks, Wailers bass player Aston 'Family Man' Barrett, pianist Keith Sterling, organist Leslie Butler and percussionist Uzziah 'Sticky' Thompson.Richard Tee, the respected American pianist, worked on one track, while Peter Tosh played rhythm guitar on I Shot the Sheriff.
Johnston remembers Gale making frequent trips to Negril to soak up the town's rustic vibe.
"It was the days of candlelight, battery radios and thatch roof houses," said laughing. "Musicians loved going there."
Gale cut eight songs for Negril. The title track, East Side West Side, Rasta andNegril Sea Sunset gained respectable airplay from Radio Jamaica and the Jamaica Broadcasting Corporation.


and wiki says:
Negril is an instrumental album originally released in 1975 from a session produced,
arranged and mostly composed by Eric Gale, and including some of Jamaica's best-known musicians.
It bears the name of an impoverished Jamaican seaside village which, in 1975,
was yet to become a popular tourist destination and had unsophisticated accommodations,
but a splendid beach and natural beauty
which inspired Gale to memorialize it.
Negril was recorded at the Harry J Studio in Kingston, Jamaica. It was originally released
in Jamaica by Micron Music Ltd. and in England by Klik Records (KLP9005).
In 2003 it was issued as a CD by Roving Spirits (Japan).
The CD is now out of print and, because it is not available for legal digital download,
sellers demand high prices for used copies.
Download links to apparently illegal digital copies of Negril are found at various web sites.



Eric Gale - lead guitar, producer,arranger
Aston Barrett - bass guitar
Leslie Butler - organ, synthesizer
Cedric Brooks - saxophone, percussion
Paul Douglas - drums
Val Douglas - bass guitar
Joe Higgs - percussion
Sparrow Martin - drums
Keith Sterling - piano
Richard Tee - piano
Uziah Thompson - percussion
Peter Tosh - rhythm guitar, lead guitar
Michael Johnston - executive producer
Sylvan Morris - recording engineer
Buddy Davidson - mixing engineer
Trevor Campbell - art and cover design
Recorded at Harry J. Studio, Kingston
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sábado, 23 de abril de 2011

Deodato - Skyscrapers - 1973

Deodato - Skyscrapers - 1973



Nascido no Rio de Janeiro em 22/06/1943, começou a aprender piano muito cedo, e já na metade dos anos 50 tocava em festas e bailes cariocas. Mais para o fim da década se juntou ao pessoal da Bossa Nova, em 1959 atuando como músico de apoio em shows ao lado de Roberto Menescal e Durval Ferreira. Como tinha uma enorme facilidade em escrever e ler música, além de ser um virtuose das teclas, no começo dos anos 60 se destaca como arranjador, sendo requisitado para trabalhar com muitos artistas. O ano de 1964 foi muito produtivo e especial para Eumir; Lançou seu primeiro disco solo, e como se não bastasse, vieram vários outros discos próprios no mesmo ano, algo realmente incrível. São eles: “Impulso”, “Inútil Paisagem”, “Samba Nova Concepção”, “Idéias”, “Tremendão” e “Lounge”.

O fato de ter se mudado para os Estados Unidos muito cedo, fez com que Deodato se tornasse pouco conhecido no Brasil, por outro lado ficou muito conhecido no exterior. Me lembro perfeitamente de perguntar sobre Tom Jobim em algumas lojas de discos nos EUA e o atendente desconhecer o artista, logo em seguida, perguntando sobre Deodato lá estava o atendente com toda coleção na mão; Ah, Deodato tenho muita coisa aqui...

Foi então em 1967, incentivado por Menescal e Luis Bonfá, que Eumir partiu para os Estados Unidos sem data para voltar, todos acreditavam que ele se daria bem lá em virtude de seu grande talento como pianista e arranjador.
E não deu outra, no final dos anos 60, consagrou-se como arranjador de muitos trabalhos de artistas já estabelecidos, tais como Tom Jobim, Frank Sinatra, Astrud Gilberto, Aretha Franklin, Tony Bennett, Walter Wanderlei, entre outros, inclusive o próprio Luis Bonfá que acolheu Deodato em sua casa logo que este se mudou.
Foram então quase 7 anos sem lançar disco próprio, apenas trabalhando em discos de tudo que é artista. Porém o sucesso como compositor estaria por chegar a Eumir.
Em 1972, afim de concretizar de vez sua carreira solo, Deodato lança o disco “Prelude”, e foi a partir daí que ele se tornou também um compositor conceituado. A primeira faixa é uma adaptação para a música de Richard Strauss, “Also Sprach Zarathustra”, que acabou sendo usada de trilha para o famoso filme de Stanley Kubrick, 2001-Uma Odisséia no Espaço.

Assim como acontece com quase todos os compositores que ficam em atividade por muitas décadas, e com Eumir não foi diferente, nos anos 70 com o crescimento da música negra primeiramente nos EUA e depois chegando ao cenário mundial, ele acabou se adaptando, e dedicou esta década a lançar discos de Funk. Se você for analisar os discos do maestro soberano Antonio Carlos Jobim, que muito trabalhou com Eumir na Bossa Nova e no Jazz, verá que ele não tomou o mesmo caminho, mas isso deixamos para discutir outra hora...
A década de 70 presenciou então excelentes discos de Deodato; “Deodato 2”, “Skyscrapers”, “Whirlwinds”, “First Cuckoo”, “Very Together”, “Love Island” e “Knights of Fantasy”, sem falar nos clássicos “Night Cruiser” e “Happy hour”, já no começo dos anos 80. A partir daí vocês já sabem né ?

Pois é meus amigos, Eumir Deodato é um verdadeiro Cavalo musical, o cara fez de tudo na vida, foi jurado do Festival internacional da canção no final dos anos 60, foi contratado pela CTI nos anos 70, trabalhou em diversas trilhas dos filmes de Hollywood, dedicou-se muito a conduzir orquestras, fazendo arranjos e composições, em 73 apareceu definitivamente como artista solo apresentando-se no Hollywood Bowl com a “CTI All Stars Band” formando depois
sua banda e tocando também no Madison Square Garden em NY.
No final dos anos 70, com a febre da “DISCO MUSIC” tomando conta do mundo, Eumir foi chamado para produzir uma banda americana chamada “Kool and the Gang”, uma experiência realmente muito importante em sua carreira, afinal foram 3 ou 4 discos de muita vendagem, culminando com o sucesso estrondoso de “Celebration” em 1980, que atingiu alto nível de vendagem. Outras músicas que ficaram muito conhecidas também foram “Ladies Night” e “Get Down on it”, todas com Deodato também nos teclados, e ele ainda acabou sendo solicitado para produzir também bandas do mesmo naipe na época como a “Earth, Wind & Fire”.
Nota-se claramente a influência da “Disco” em Deodato em seu disco “Happy Hour” de 1982.
E para quem quiser ver ele atuando como tecladista, basta ver o clipe de “Celebration”, é muito engraçado, tem 15 negros no palco e um branco, lá atrás, escondido atrás do teclado.....é ele.

O disco que estou postando, é o “Skyscrapers” de 1973 (quase), que na minha desprezível opinião é o melhor disco juntamente com o “Night Cruiser” de 1980, além do “Donato/Deodato”, em parceria com João Donato, que dispensa comentários.
Trata-se de um disco com uma influência mais Latina, onde predomina sempre uma base de piano. A melodia se dá com o órgão solando quase sempre monofonicamente, ou com algum instrumento de sopro. A percussão e as congas são bem destacadas além do baixo, da guitarra e da bateria tocando na elegância sem incomodar ninguém.
A maioria das composições são de Eumir. Tem dois temas dos irmãos Valle, um tema de Pacifico Mascarenhas, e a famosa “Atire a primeira pedra” (The First Stone) do velho Ataulfo Alves e Mário Lago, canção para a qual eu dou destaque nesse disco juntamente com a faixa 2 “Rudy’s” do próprio Eumir. Vale lembrar que Deodato veio até o Brasil para gravá-lo e aqui ele saiu inteiro em português como “Eumir Deodato e Os Catedráticos 73”, banda que o acompanhara por alguns anos.
O time montado para a gravação do álbum foi:
Deodato – Piano e Órgão
Ivan Conti “Mamão” – Bateria
Sergio Barroso – Baixo
Durval Ferreira – Guitarra
Zé Menezes – Guitarra
Bebeto – Congas
Helcio Milito – Percussão
Orlandivo – Percussão
Marvin Stamm – Trompete
John Frosk – Trompete
Wayne Andre – Trombone
Phil Bodner – Sax Tenor e Flauta
Romeu Penque – Flauta


DOWNLOAD- midiafire


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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Night Walks

Night Walks (2010) – Hidden Orchestra


1.Antiphon
2.Footsteps
3.Dust
4.Tired And Awake
5.The Windfall
6.Out Of Nowhere
7.Wandering
8.Stammer
9.Strange
10.Undergrowth

Para quem curte um som bem viajado, taí a Hidden Orchestra. À primeira vista, me lembra um pouco de Tortoise, Fóssil. É uma misturera de música clássica, jazz, rock, hip hop, música eletrônica; é aquele tipo de som que contém muita informação, de ouvir com calma. São duas bateras, violino, baixo, sintetizadores e as vezes aparece umas flautas também. Os ouvidos, novamente, agradecem!


Download: Clique Aqui





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